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Bom Apetite



A culinária é a arte de cozinhar, ou seja, confeccionar alimentos e foi evoluindo ao longo da história dos povos para tornar-se parte da cultura de cada um. Variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios. Por exemplo, a cataplana é um recipiente para cozinhar alimentos típico do Algarve, equivalente à tajine de Marrocos. A alheira de Mirandela é um dos alimentos mais exclusivos da cozinha portuguesa, enquanto que no Brasil, os pratos típicos incluem a feijoada brasileira e o churrasco.
A cozinha muitas vezes reflete outros aspectos da cultura, tais como a religião – a carne de vaca é tabu entre os hindus, enquanto que a de porco é proíbida entre os muçulmanos e judeus – ou determinadas posições políticas, como o vegetarianismo em que não são consumidos alimentos provenientes de animais ou oriundo de animais como leite e ovos para esse efeito.
O desenvolvimento industrial teve igualmente um grande impacto na forma como as pessoas se alimentam. Por exemplo, a maior incidência de pessoas trabalharem longe de casa ou terem mais horas de trabalho levou ao surgimento da comida rápida; por outro lado, a consciência da segurança alimentar e da qualidade dos alimentos levou à criação de regras, por vezes na forma de leis, sobre a forma como os alimentos devem ser vendidos.
Uma disciplina associada à culinária é a gastronomia que se ocupa, não do modo como os alimentos são preparados, mas principalmente no refinamento da sua apresentação. Outras disciplinas relacionadas são a nutrição e a dietética, que estudam os alimentos do ponto de vista da saúde ou da medicina.

 

Equivalências entre pesos e medidas usadas na culinária:
Líquidos (leite, água, óleo, bebidas alcoólicas, café, tec)
1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4 xícara = 60 ml
1 colher (sopa) = 15 ml
1 colher (chá) = 5 ml
Chocolate em pó (cacau em pó)
1 xícara = 90 g
1/2 xícara = 45 g
1/3 xícara = 30 g
1/4 xícara = 20 g
1 colher (sopa) = 6 g
Manteiga (ou margarina)
1 xícara = 200 g
1/2 xícara = 100 g
1/3 xícara = 65 g
1 colher (sopa) = 15 g
Açúcar
1 xícara = 180 g
1/2 xícara = 90 g
1/3 xícara = 60 g
1/4 xícara = 45 g
1 colher (sopa) = 12 g
Farinha de trigo
1 xícara = 120 g
1/2 xícara = 60 g
1/3 xícara = 40 g
1/4 xícara = 30 g
1 colher (sopa) = 7,5 g

1/3 de xícara de chá pode ser substituída por 5 colheres das de sopa.
2/3 de xícara de chá pode ser substituída por 10 colheres das de sopa e 2 colheres das de chá.
3/4 de xícara de chá pode ser substituída por 12 colheres das de sopa.
Uma xícara de chá pode ser substituída por 16 colheres das de sopa.
Um cálice é igual a 3 colheres de sopa.
Uma colher de sopa pode ser substituída por três colheres de chá.
Um litro equivale a 1000 gr. ou 6 xícaras de chá ou até mesmo 4 copos de água.
Duas colheres das de sopa podem ser substituídas por 300 g ou 1/8 de xícara de chá.
1/4 de xícara de chá pode ser substituída por 4 colheres das de sopa e uma colher das de chá.


links relacionados.wikipedia.

Azeite de Oliva

Azeite de oliva faz bem para o paladar e para a saúde. Mas é preciso saber usar
Desde que Homero o adjetivou como "ouro líquido", o azeite de oliva não mais parou de galgar status no mundo da alimentação saudável e de muito sabor. Não existe mesmo culinária contemporânea sem sua presença. Um simples peixe assado ou prosaicas folhas verdes viram maravilhas com simples fios do líquido. Redutor do colesterol ruim e da hipertensão, seu uso regular pode também ajudar na absorção intestinal e a diminuir os níveis de açúcar no organismo. É um produto divino. Tanto que, segundo a mitologia grega, Palas Atenas, filha de Zeus, ganhou uma batalha contra o deus Poseidon ao escolher o artigo mais valioso do mundo. Ele teria elegido um cavalo de guerra. Ela, o óleo de oliva. Na opinião dos deuses e dos cidadãos gregos, Atenas ganhou fácil. Pouca gente sabe, mas esse tesouro, da mesma forma que faz muitíssimo bem, também pode fazer mal. Isso mesmo. Porque seus benefícios, como ocorre com qualquer alimento, dependem de sua utilização correta. Não adianta sair por aí comendo azeite de qualquer forma e achar que a saúde ganha. De todos os óleos de origem animal ou vegetal o azeite é o mais estável e o de menor saturação.

Quando submetidas a determinadas temperaturas, todas as gorduras, inclusive o azeite produzem uma substância cancerígena chamada acroleína. A manteiga e os óleos de canola, soja e milho nessa ordem, são os que mais saturam. O óleo do fruto da oliveira é o que mais tarda para produzir a substância. É mais saudável portanto. Não convém deixá-lo fritar além do ponto de fumaça, com prejuízo não só para suas propriedades como para o paladar. Para receitas que exijam maior tempo de fritura um dos truques dos chefs é jogar uma colher de margarina sem sal na panela antes do azeite. Isso evita que ele superaqueça.

Como qualquer maravilha, o azeite também tem calorias. E muitas. Dez gramas contem 90 delas. Ele é fundamental diariamente, mas é preciso equacionar seu uso. Como a Organização Mundial de Saúde recomenda que no máximo 30% da alimentação diária seja feita de gorduras, cerca de 85 gramas do óleo estariam liberados diariamente para a dieta padrão de 2.500 calorias. Mas e a gordura proveniente dos demais alimentos?

Para que a soma de todas as gorduras não se torne excessiva, especialistas recomendam que até 30 gramas diárias - o que daria algo como três generosas colheres de sopa -seriam o teto seguro para a quantidade diária de azeite. Com preços que variam de menos de R$ 5 a mais de R$ 100 (no caso de azeite escoltados por especiarias como trufas), os frascos e latas se dividem em categorias de acordo com o grau de acidez. O extravirgem, mais puro e recomendado, tem no máximo 1% de acidez. O virgem varia entre 1% e 3%. O uso de azeitonas mais verdes redunda em óleos mais densos e encorpados. Os frutos maduros resultam em claridade e sabor levemente adocicado. Não há regras absolutas. Mas carnes mais fortes costumam ganhar com azeites idem. E aquela saladinha verde e seu peixinho delicado não ficariam muito confortáveis com os óleos tão encorpados.

Bruno Albertim

Fonte: Revista Engenho


- MEDICINA E SAÚDE -
- Azeite de oliva -

O AZEITE DE OLIVA E A SAÚDE

As gorduras representam 33% do total da energia ingerida diariamente. Para uma alimentação saudável, seria essencial substituir o consumo de gorduras saturadas por monoinsaturadas, como é o caso do azeite - chave para uma saúde melhor.

As últimas novidades nutricionais coincidem em assinalar que o uso de azeite de oliva reduz o colesterol e ajuda a prevenir as doenças cardiovasculares. Isso devido ao seu alto teor de ácidos monoinsaturados. Além disso, numerosos pesquisadores, médicos e nutricionistas afirmam que o azeite de oliva é uma fonte rica em vitamina E, que protege contra o câncer e as doenças do coração. Por ser extraído da fruta e especialmente rico em antioxidantes, retarda o processo de envelhecimento celular.

Outros benefícios do azeite de oliva são:

Ajuda a prevenir a arteriosclerose e seus riscos;

Melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas;

Digere-se com maior facilidade do que qualquer outra gordura comestível, não tem colesterol e proporciona a mesma caloria dos outros óleos;

Acelera as funções metabólicas;

Produz efeito protetor e tônico da epiderme;

Estimula o crescimento e favorece a absorção de cálcio e a mineralização.

O azeite de oliva é o mais adequado para ser consumido tanto ao natural como em fritura. Em virtude de sua composição, o azeite de oliva mantém suas propriedades, mesmo nas temperaturas mais elevadas. Uma fritura feita em azeite de oliva, na temperatura adequada, protege o alimento mantendo suas propriedades e incorporando seus elementos positivos.

O AZEITE DE OLIVA E A PELE

A oliveira e o azeite de seu fruto têm sido parte da cultura mediterrânea desde suas origens. Além de ser utilizado na alimentação, servia como remédio e produto de beleza, entre outros. Há cinco mil anos, as mulheres egípcias descobriram os efeitos benéficos do azeite de oliva para sua pele e passaram a utilizá-lo como emoliente. A partir de então, criaram o primeiro sabonete, misturando azeite, essências e cinzas. Os gregos o utilizavam para massagens, confiando em seu poder para aumentar a beleza e a virilidade. Foi comprovado que o azeite de oliva é uma forma natural de manter a beleza da pele, das unhas e dos cabelos.

O azeite de oliva possui vitaminas A, D, K e E, e é um poderoso antioxidante, o que ajuda a retardar o envelhecimento da pele. A oliveira é uma árvore capaz de regenerar e autoproteger.

Por todas as suas propriedades, ele se revelou como uma estrela da cosmética. Suas aplicações na área da estética e beleza são inumeráveis: funciona como anti-rugas, hidratante e suavizante para peles secas; é purificador, calmante, e serve para amolecer as impurezas da pele e tornar mais fácil a remoção; melhora a elasticidade da pele, dá brilho aos cabelos e é perfeito para banhos relaxantes e massagens.

ESPANHA: TRADIÇÃO EM AZEITE DE OLIVA

A Espanha conta com uma longa tradição na elaboração do azeite de oliva. O cultivo de oliveiras se remonta há seis mil anos, embora desde a pré-história já existissem oliveiras selvagens. Atualmente, a Espanha é o produtor líder mundial de azeite de oliva, exportando para mais de 100 países, estando entre os primeiros Itália, França, Estados Unidos, Japão e Austrália. Localizam-se na Espanha conceituados órgãos que verificam a qualidade do produto, entre eles a sede do Conselho Internacional para o Azeite de Oliva.

A gastronomia espanhola é amplamente conhecida pelo uso do azeite de oliva, uma das razões pelas quais sua cozinha é tão saudável. O azeite de oliva é também um dos ingredientes básicos de muitas entradas, como é o caso da famosa "Tortilla de Patata", por exemplo. Além disso, muitas verduras e peixes são preparados com azeite de oliva e alho.

PROCESSO DE PRODUÇÃO DO AZEITE DE OLIVA

Os olivais cobrem vastas áreas da região mediterrânea, particularmente na Espanha. Em maio, as flores nascem em todo seu esplendor. Entre junho e outubro elas amadurecem. No início, as azeitonas são verdes. Com o tempo, ficam escuras até adquirir cor preta. Tanto as mais verdes quanto as maduras podem ser apreciadas.

A colheita da azeitona acontece geralmente entre novembro e fevereiro. Cada oliveira gera cerca de 15 a 50 quilos de azeitona. Após 24 horas de colhidas, as azeitonas são levadas para a trituradora. Nessa fase, se produz uma pasta da fruta inteira, inclusive o caroço. Geralmente, esse processo é realizado em trituradoras de pedra de granito. A pasta é estendida em cestos, que são empilhados e colocados em prensas. A prensa aplica forte pressão e, à medida que o faz, a pasta se transforma num suco composto por água e azeite. Numa próxima etapa, o azeite fica repousando e a água vegetal é tirada em centrifugadoras. Após esse processo, obtém-se aproximadamente um quilo de azeite de oliva virgem para cada cinco quilos de azeitona.

veja mais no http://www.portalbrasil.net/medicina_azeitedeoliva.htm

 

ARROZ CARRETEIRO


INGREDIENTES:
Arroz 1 Kg
Charque 3 Kg
Cebola 3 Kg
Tomate 2 Kg (sem casca)

MODO DE PREPARAR
Charque de molho na água por 24 horas
Trocar a água de 3 em 3 horas
Colocar o charque sem o sal
depois cozer cebola e tomate misturados com o charque
durante 35 minutos, depois colocar o arroz
Cozinhar por 20 minutos

DICAS:
O charque + maturado acentua o paladar e torna o arroz de carreteiro mais original;
Coloque o tempero verde num recipiente para que cada um se sirva a gosto;
Não ferva o charque para tirar o sal, mantendo desta forma o gosto autentico;
Regule o sal somente ao final, pois com a fervura do charque o sal pode se acentuar;
Sirva o arroz de carreteiro assim que ficar pronto, ainda quente, e bom apetite;
O arroz deve corresponder a 1/3 do peso do charque;

Para cada quilo de charque, coloque uma cebola grande e dois dentes de alho;
O arroz leva de 10 a 20 minutos para cozinhar, dependendo do fogo; mais tempo cozinhar o charque, mais macio fica; Verifique a quantidade de fogo, pois dependendo da panela poderá queimar o arroz.

ARROZ CARRETEIRO

Prato característico do cardápio gaúcho. Nascido da luta das estradas, seu sabor se confunde com o prazer de viver nestes pagos soberanos. (Extraído do livro de Salvador Ferrando Lamberty – “ABC do Tradicionalismo Gaúcho” , 2. Edição, Martins Livreiro Editor, 1989).

Carreteiro: Aquele que conduzia as carreteadas, que era um veículo de tração animal, uma espécie de carroça puxada por bois. Os rangidos dos rodados eram a certeza do transporte do suprimento necessário para erguer-se um rancho, vanguarda dos confins das plagas do sul. Cortando distâncias, o carreteiro deixava a família e a querência. Um fiambre, contendo charque, tinha presença na mochila do carreteiro. Era o alimento protéico mais adequado para vencer a carreira das distâncias.

No livro de Jayme Caetano Braun “Potreiro de Guachos”, 5.edição, Ed. Sulina, 1975, encontramos uma poesia intitulada “ARROZ CARRETEIRO” fantástica, que conta toda a história deste prato.

**Tropeiro: Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza.


***Charque: Carne bovina salgada e secada ao vento.

ARROZ CARRETEIRO

Ingredientes
1/2 Kg de charque, 1 cebola picada, 2 colheres de sopa de óleo, 4 xícaras de água, 1/2 Kg de arroz.

Preparação:
Lavar o charque e deixar de molho de véspera (não sendo possível deixar o charque de molho, dar uma esquentada depois de picado, pois o efeito será o mesmo. Este é o modo de proceder do carreteiro, `a falta de tempo). Trocar a água diversas vezes para que não fique salgado. Cortar o charque em pedaços e refogar com óleo e a cebola bem picada. Acrescentar o arroz e cobrir com água. Deixar cozinhar, mexendo de vez em quando, para haver uma cocção parelha. Assim que o arroz estiver cozido, retirar do fogo e servir. Acompanhar com feijão mexido.
Serve 4 pessoas.


ARROZ CARRETEIRO

Ingredientes:

1/2 kg de charque

1/2 kg de arroz

1 cebola

3 dentes de alho.

Preparo:

Aferventar o charque, trocando uma vez a água. Se o charque for caseiro, basta deixar 5 horas de molho. Picar o charque em guisado médio e colocar na panela para fritar. Se o charque for gordo, colocar menos gordura. Esmagar o alho e picar juntamente com a cebola. Quando o charque estiver bem dourado, colocar a cebola e o alho picados para fritarem. Juntar o arroz e deixá-lo fritando um pouco. Colocar água fervendo até dois dedos acima do arroz. Provar o sal e cozinhar em fogo baixo.


Origem do Nome

"O gaúcho desde os primórdios teve sua preferência número um na carne. Então, a cozinha do gaúcho vindo dos tempos históricos, quando as fazendas eram fábricas domésticas de alimentação. Fazia-se tudo na fazenda. A cozinha centralizava a atividade principal da casa. O churrasco, todo soberano, absoluto e onipresente dominava o menu. A fabricação nas estâncias vinha com a manteiga, o queijo da campanha, o requeijão, etc... O arroz carreteiro e o charque eram quase como pratos chefes. O arroz e o feijão representam a constante brasileira na vida pastoril e urbana do RS". (Extraído do livro de Dante de Laytano em "Folclore do Rio Grande do Sul" 2. Edição, Ed.Nova Dimensão, 1987.

As carreteadas, pelos pampas do Rio Grande do Sul, desde os primórdios da civilização, prestaram papéis relevantes ao nosso folclore. Particularmente, as carreteadasforam o meio mais eficiente de povoação da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, além de abrir caminhos pelas matarias e descampados. Os rangidos dos rodados eram a certeza do transporte do suprimento necessário para erguer-se um rancho, vanguarda dos confins das plagas do sul. Cortando distâncias, o carreteiro deixava a família e a querência. Um fiambre, contendo charque, tinha presença na mochila do carreteiro. Era o alimento protéico mais adequado para vencer a carreira das distâncias.

Apesar das grandes contribuições das carreteadas, muito superadas pela tecnologia moderna, foi a Culinária Gaúcha que herdou seu maior legado – o Arroz de Carreteiro.

Durante longo tempo, no RS, o principal produto de sua economia era o charque. A carne bovina salgada e secada ao vento era abundante. Ao partir para as carreteadas os sul-riograndenses abasteciam suas comitivas de bastante charque. Uma manta grossa de charque, encapada de graxa, era um convite irresistível para um carreteiro.

As carreteadas poderão passar, porém o prato Arroz Carreteiro jamais faltará na mesa do gaúcho. Nas carreteadas, sob o abrigo dos acampamentos, nosso campeiro sempre teve seu gosto ajoujado a esse saboroso prato. Ele invadiu os alres citadinos, conquistando a predileção dos gostos mais requintados.

veja mais no http://www.igtf.rs.gov.br/site/culinaria.htm


Receitas de baixa caloria , retiradas do site da Sociedade Brasileira de Diabetes

Aproveite as receitas para incrementar um lanche ou refeição. Não esqueça de seguir a dieta prescrita e respeitar as quantidades de calorias permitidas por seu médico. Bom apetite.

Mousse de Chocolate Branco
Ingredientes:
- 150 g de chocolate diet branco
- 4 colheres (sopa) de creme de leite light
- 4 ovos
- 5 envelopes de adoçante
- 7g de gelatina em pó sem sabor
- 2 colheres (sopa) de água fria
- ¼ colher (café) de essência de amêndoa

Modo de Preparo:
Dissolver em banho maria o chocolate. Acrescentar o creme de leite light. À parte, bater 4 gemas com os envelopes de adoçante, a gelatina em pó dissolvida na água e na essência de amêndoas. Misturar com o chocolate derretido e, por fim, as 4 claras em neve. Rende 7 porções.

Valor nutricional por porção:
Calorias - 152 Kcal
Proteínas - 6,2 g
Lipídios - 14,5g
Carboidratos - 2,5 g

Pizza de Ricota
Ingredientes: Massa:
- 150 g de margarina
- 150g de ricota
- ½ colher (chá) de sal
- 2 ½ xícara de farinha de trigo
Cobertura:
- 250g ricota
- 2 tomates médios
- sal e pimenta do reino
- orégano

Modo de Preparo:
Amassar os ingredientes da massa. Abrir e colocar em uma forma. Assar ligeiramente. Colocar os ingredientes do recheio (ricota amassada com garfo, misturada com o tomate picado e temperos). Assar.

Rendimento: 20 unidades

Calorias - 94 Kcal
Proteínas - 2,8 g
Lipídios - 6,1 g
Carboidratos - 7,0 g

Sorvete de Ameixa
Ingredientes:
- 200 g de ameixa preta (deixar de molho na água por, pelo menos, 4 horas)
- 3 xícaras (chá) de água
- 1 xícara (chá) de aspartame ou sucralose
- 4 claras em neve
- 1 lata de creme de leite light
- 1 xícara (chá) de leite em pó

Modo de Preparo:
Bater no liqüidificador a ameixa sem caroço, água, adoçante, creme de leite e leite em pó. Acrescentar delicadamente as claras. Levar ao freezer.

Rendimento: 10 porções.

Valor nutricional por porção:
Calorias - 130 kcal
Proteínas - 5,1 g
Lipídios - 9g
Carboidratos - 7,4 g

Torta de Chocolate
Ingredientes:
- 70 g de margarina
- 1 ovo
- 1 gema
- 16g de cacau em pó
- 25g de leite em pó desnatado
- 135g de farinha de trigo
- 80g de chocolate dietético em barra
- 15 envelopes de adoçante

Modo de Preparo:
Bater a margarina com o ovo e a gema. Acrescentar o cacau em pó, o leite em pó, a farinha, o chocolate derretido em banho maria e os envelopes de adoçante. Assar. Rendimento: 12 fatias.

Valor nutricional por porção:
Calorias - 163 Kcal
Proteínas - 5,4g
Lipídios - 9,1 g
Carboidratos - 13,7g

Torta de Nozes
Ingredientes: Massa:
- 12 envelopes de adoçante em pó
- 1 ½ xícara de farinha de trigo integral
- ½ xícara de Maizena
- 1 xícara de leite desnatado
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 2 ovos
- 1 colher (sopa) de margarina light
Recheio
- 2,5 envelopes de adoçante
- 2 gemas
- 2 colheres (sopa) de aveia
- ½ xícara de nozes picadas
- 1 xícara de leite desnatado
Cobertura:
- 4 claras em neve
- 3 envelopes de adoçante

Modo de Preparo:
Levar ao forno quente por 5 minutos após a torta estar assada. Rendimento: 20 fatias

Valor nutricional por porção:
Calorias - 90 Kcal
Proteínas - 5g
Lipídios - 1,8g
Carboidratos - 15 g

 


 




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